Fiat Gran Siena

Testamos a versão Sublime.

 
 

A Fiat lançou o Grand Siena ha menos de dois anos. O sedan, derivado do Siena, ganhou uma nova plataforma, que lhe deram 14 centímetros a mais de entre-eixos e que o coloca em uma categoria superior onde estão modelos como o Chevrolet Cobalt, Renault Logan e Nissan Versa.                                    

O modelo da Fiat ainda atrai olhares nas ruas mesmo em tempos de concorrência acirrada, o que demonstra a decisão acertada da Fiat ao incluir o prefixo Grand no nome utilizado do sedan médio.                        

Para conhecermos melhor o Grand Siena, a Fiat disponibilizou para o Carro&Cia a versão Sublime do sedan na cor branco Kalahari, exclusiva para a série, podendo, também, ser encontrado na cor preto Vulcano.                                                                     

O modelo Sublime foi apresentado no salão do automóvel de 2012 e lançada em maio deste ano, o que faz dele a primeira série especial do sedan da montadora italiana.      

Além de possuir os mesmos itens de série da versão Essence 1.6 16V, o sedan avaliado conta com detalhes de acabamento exclusivos da série, como rodas de liga leve com pintura exclusiva e minissaias laterais, cinza quando o carro for branco e preto quando a carroceria for preta.                                                                                           

O painel possui materiais de boa qualidade e os bancos são bicolor, ou seja, revestidos parcialmente em couro na cor marfim e marrom o que deixa o modelo da montadora italiana com um aspecto elegante.                                                                                   

Mas um ponto ainda precisa melhorar, o cãmbio. Se equipado com câmbio manual o motor costuma deixar os modelos da Fiat ágeis e econômicos. No sedan avaliado, a caixa automatizada deixou a impressão de atrapalhar-se com a troca das marchas, além de demorar a fazer as trocas, mesmo com a tecla “S” desligada. O resultado foi a piora no consumo e a frequente utilização das borboletas localizadas atrás do volante para trocar as marchas, o que também pode ser feito na alavanca.                        

Utilizando o veículo a maior parte do tempo na cidade o consumo do carro, segundo computador de bordo, não passou de 7,5 quilômetros com um litro de gasolina.                   

Outro ponto que merece destaque é quando o motor está abaixo de 2.000 rpm, como nessa faixa de giro o valor do torque máximo ainda não está disponível é preciso acelerar mais que o normal para sair da imobilidade, ou em outras situações como subidas e retomadas de velocidade.                                                                            

No porta malas, um ponto merece destaque, a falta de fechaduras pantográficas, pois, dessa forma, os “braços” da tampa não amassam as malas e nem roubam o espaço das bagagens.                                                                                                                              

 A versão Sublime possui o preço sugerido de R$ 46.360.

A série especial conta com rádio, CD e MP3 integrado ao painel com RDS, Bluetooth e entrada USB, volante em couro com detalhes nas cores marrom e marfim e com comandos de rádio, mais retrovisores externos elétricos e vidros elétricos traseiro.

 

*** Waldez Amorim participou da realização desta matéria.

 

 

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